As correntes

Após assistir o programa "Café Filosófico", tema "Um mundo sem sentido?", conduzido pelo Prof. Leandro Chevitarse...

Sabemos que fomos dotados do livre arbítrio, mas será que somos mesmo livres?
É fácil identificar algumas correntes que nos prendem, ou nas quais nos algemamos, como grupos religiosos, políticos, sociais, profissionais, desportivos, etc.
Há sempre um modelo, um arquétipo, uma referência, que quase sempre é nos exposta, ou quando não, modificada, reapresentada e tida como criada para seguir, buscar, almejar...
Não sei o que Freud fala disso, mas se cada homem criasse o seu "super-homem" e não houvesse duelos entres esses heróis, como seria o mundo?
Será que isso é uma necessidade individual ou um modelo criado para realmente nos aprisionar e não nos permitir questionar as infinitas possibilidades?
Será que realmente não existem valores universais, mas sim valores criados e destruídos de acordo com a conveniencia?
É fato que existe muita diferença entre o Oriente e o Ocidente, porém quando observamos o que acontece em ambos os extremos, parece que está havendo uma convergência.
Infelizmente não tão promissora ou esperançosa.
A comodidade em achar feito e não criar o seu, talvez seja o maior motivado do status quo.
Nós somos os responsáveis por nossas ações e pelos resultados das mesmas.
Tudo que diga ao contrário, no fundo, quer te acorrentar.

Comentários

  1. Como diria minha "amiga" Clarice Lispector: "Se eu fosse eu, o que eu faria?"

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